Vejamos o uso atual das estruturas chamadas Centros Digitais de Inclusão – CDI.
O CDI – Comitê para a Democratização da Informática é uma organização não governamental e sem fins lucrativos que tem como missão institucional “promover a inclusão social utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção da cidadania” e, portanto, tenta suprir a carência de políticas públicas mais sérias para inclusão digital. Ao justificar o por quê desse esforço em favor da informática a entidade cita que “a tecnologia de informação é uma das principais forças motrizes da sociedade contemporânea”.
Para mensurar a taxa de inclusão digital foi criado o “Relógio da Inclusão Digital”, que é uma iniciativa do CDI - Comitê para Democratização da Informática, da FGV - Fundação Getúlio Vargas, Sun Microsystems e USAID - United States Agency for International Development, que juntos fundaram o GAID (Grupo de Ação para a Inclusão Digital).
O relógio da inclusão digital marcará permanentemente a taxa de inclusão digital de acordo com os dados fornecidos pela FGV e é o primeiro passo para a realização do Mapa da Exclusão Digital. O GAID apresentou o Mapa da Exclusão Digital à sociedade brasileira no início deste ano de 2003. “O objetivo é sugerir ações emergenciais que diminuam o apartheid digital, envolvendo governo, empresas e terceiro setor. O documento foi entregue ao Governo de Luís Inácio Lula da Silva como uma contribuição para a elaboração de políticas sociais e para as áreas das Tecnologias da Informação e Comunicação. O Relógio da Inclusão Digital marca o número de brasileiros com acesso a computador em seus domicílios. Ele resume as interações entre a estimativa contida no relógio populacional do IBGE com as projeções de crescimento da taxa de acesso a computadores."
O CDI – Comitê para a Democratização da Informática é uma organização não governamental e sem fins lucrativos que tem como missão institucional “promover a inclusão social utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção da cidadania” e, portanto, tenta suprir a carência de políticas públicas mais sérias para inclusão digital. Ao justificar o por quê desse esforço em favor da informática a entidade cita que “a tecnologia de informação é uma das principais forças motrizes da sociedade contemporânea”.
Para mensurar a taxa de inclusão digital foi criado o “Relógio da Inclusão Digital”, que é uma iniciativa do CDI - Comitê para Democratização da Informática, da FGV - Fundação Getúlio Vargas, Sun Microsystems e USAID - United States Agency for International Development, que juntos fundaram o GAID (Grupo de Ação para a Inclusão Digital).
O relógio da inclusão digital marcará permanentemente a taxa de inclusão digital de acordo com os dados fornecidos pela FGV e é o primeiro passo para a realização do Mapa da Exclusão Digital. O GAID apresentou o Mapa da Exclusão Digital à sociedade brasileira no início deste ano de 2003. “O objetivo é sugerir ações emergenciais que diminuam o apartheid digital, envolvendo governo, empresas e terceiro setor. O documento foi entregue ao Governo de Luís Inácio Lula da Silva como uma contribuição para a elaboração de políticas sociais e para as áreas das Tecnologias da Informação e Comunicação. O Relógio da Inclusão Digital marca o número de brasileiros com acesso a computador em seus domicílios. Ele resume as interações entre a estimativa contida no relógio populacional do IBGE com as projeções de crescimento da taxa de acesso a computadores."